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	<title>Ei - Expressão de Idéias</title>
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	<description>Blog da Edelman do Brasil, agência de relações públicas.</description>
	<pubDate>Tue, 09 Jun 2009 17:41:27 +0000</pubDate>
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		<title>E quem ganhou o livro do Caio Tulio foi&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Jun 2009 17:41:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiane Loureiro</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Demoramos para encontrar uma ferramenta que ajudasse a escolher o ganhador do livro Ética, jornalismo e nova mídia - uma moral provisória, do Caio Túlio Costa.
Usamos o Random (dica do Luiz Yassuda). E o presente vai para&#8230;.. Ana Passos!
Ana, vamos falar com você pelo Twitter para pegar os seus dados e encaminhar o livro.

P.S - [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Demoramos para encontrar uma ferramenta que ajudasse a escolher o ganhador do livro <em><span><a href="http://www.zahar.com.br/catalogo_detalhe.asp?id=1271" target="_blank">Ética, jornalismo e nova mídia - uma moral provisória</a></span></em><span>, do Caio Túlio Costa.</span></p>
<p>Usamos o <a href="http://www.random.org" target="_blank">Random</a> (dica do <a href="http://yassuda.org/blog/" target="_blank">Luiz Yassuda</a>). E o presente vai para&#8230;.. Ana Passos!</p>
<p>Ana, vamos falar com você pelo Twitter para pegar os seus dados e encaminhar o livro.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.expressaodeideias.com.br/wp-content/uploads/2009/06/imagem1.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-191 aligncenter" title="imagem1" src="http://www.expressaodeideias.com.br/wp-content/uploads/2009/06/imagem1-300x207.png" alt="" width="300" height="207" /></a></p>
<p>P.S - Alguém conhece um bom site de sorteios online?</p>
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		<title>Petrobras: a polêmica do blog que não é blog</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Jun 2009 16:16:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiane Loureiro</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Tenho acompanhado a polêmica em torno do blog da Petrobras, principalmente por meio do grupo de discussões sobre RP Digital da Abracom. Após me manifestar no grupo e no Twitter, senti a necessidade de esclarecer melhor a minha opinião sobre o assunto. No lugar de texto corrido, vou postar bullets, na tentativa de ser mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho acompanhado a polêmica em torno do <a href="http://petrobrasfatosedados.wordpress.com" target="_blank">blog da Petrobras</a>, principalmente por meio do grupo de discussões sobre RP Digital da <a href="http://www.abracom.org.br" target="_blank">Abracom</a>. Após me manifestar no grupo e no Twitter, senti a necessidade de esclarecer melhor a minha opinião sobre o assunto. No lugar de texto corrido, vou postar bullets, na tentativa de ser mais objetiva e clara. Vamos lá:</p>
<ul>
<li>A idéia de usar mídias sociais para se comunicar com imprensa e opinião pública é excelente.</li>
<li>No entanto, acho que chamar de blog uma lista de comunicados e respostas formais é um erro.</li>
<li>Um blog deve ser interativo, opinativo, uma ferramenta de comunicação horizontal e transparente.</li>
<li>Não acredito que blogs sejam a melhor forma de se &#8220;defender&#8221; da imprensa ou facilitar o atendimento aos jornalistas, reduzindo o tempo gasto com cada solicitação ao publicar tudo num lugar só.</li>
<li>Cada veículo quer que sua reportagem seja única o máximo possível. Postar todas as respostas à imprensa acaba com o direito do jornalista à exclusividade e de sair à frente de sua concorrência.</li>
<li>Portanto, como jornalista, talvez também ficasse furiosa se as minhas fontes tornassem público todo o posicionamento da empresa antes mesmo que a reportagem fosse publicada.</li>
<li>Que fossem feitos esclarecimentos sobre as matérias, após um contato com o jornalista responsável e depois de terem sido publicadas no jornal, na revista, no rádio ou na TV.</li>
<li>Ao meu ver, o correto é continuar atendendo a imprensa. Continuar mantendo o bom relacionamento com os jornalistas, fornecendo-lhe informações um a um, concedendo entrevistas e tudo mais que se faz num trabalho de assessoria de imprensa.</li>
<li>Se ainda assim a empresa quiser levar à opinião pública todos os seus comunicados, então que se crie no site uma seção aberta para comentários, mas na qual se deixe claro que tudo aquilo é formal. Que tal um <a href="http://www.expressaodeideias.com.br/?s=social+media+press+release&amp;x=0&amp;y=0" target="_blank">social media press release</a>?</li>
<li>Comunicados, newsletters, press releases, etc. não são posts de blog &#8212; ou não deveriam ser.</li>
<li>Ok, a imprensa precisa se preparar para ser &#8220;furada&#8221; pela Internet, sim.</li>
<li>A imprensa precisa entender que informação não é mais poder e que, mais do que nunca, criatividade, relevância, conteúdo diferenciado, e reportagens de impacto são cruciais para a sobrevivência do jornalismo, especialmente o impresso.</li>
<li>Definitivamente dar a mesma manchete do online no jornal do dia seguinte é péssimo. Cada um vai ter que reaprender seu papel nas diferentes mídias que percorrem a imprensa.</li>
<li>Porém, uma empresa também tem obrigação de compreender as mídias sociais antes de abrir um blog.</li>
<li>Várias vezes me manifestei sobre a falta de preparo dos <a href="http://www.expressaodeideias.com.br/o-papel-das-relacoes-publicas-no-mundo-digital" target="_blank">profissionais de RP</a>, marketing, publicidade e até mesmo das tais chamadas agências de Web para utilizar estrategicamente a Internet no mundo corporativo.</li>
<li>Várias vezes também disse que o <a href="http://www.expressaodeideias.com.br/educacao-preparacao-e-mudanca-de-conceito" target="_blank">mundo corporativo</a> ainda não entendeu um bocado de coisas e que muitas empresas, várias, jamais deveriam ter um blog.</li>
<li>No caso da Petrobras, portanto, vejo dois problemas básicos: usar blog para postar comunicado e usar Internet aberta para atender os repórteres (sala de imprensa é outra história).</li>
<li>Com  relação aos jornalistas, a dificuldade é a mesma: <a href="http://www.expressaodeideias.com.br/campus-party-mostra-que-ainda-ha-muito-que-evoluir-na-web" target="_blank">saber o que fazer</a> daqui por diante com as mídias sociais.</li>
<li>Web não se resume a blog.</li>
<li>E tudo isso é uma lição para a Petrobras, o mercado, os profissionais de comunicação e a imprensa.</li>
</ul>
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		<title>Tempos de transformação: Caio Túlio visita a Edelman e discute comunicação e Internet</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Jun 2009 18:10:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiane Loureiro</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Na última sexta-feira a Edelman recebeu a visita do jornalista Caio Túlio Costa, que lançou este ano o livro “Ética, jornalismo e nova mídia - uma moral provisória”, pela Zahar (cliente nosso), e atualmente trabalha no projeto de plataforma multimídia da Oi. Sua experiência com novas mídias e, claro, os muitos anos de experiência em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: ">Na última sexta-feira a Edelman recebeu a visita do jornalista </span><span style="font-family: "><a href="http://caiotulio.com/" target="_blank">Caio Túlio Costa</a></span><span style="font-family: ">, que lançou este ano o livro “</span><em><span style="font-family: "><a href="http://www.zahar.com.br/catalogo_detalhe.asp?id=1271" target="_blank">Ética, jornalismo e nova mídia - uma moral provisória</a></span></em><span style="font-family: ">”, pela Zahar (cliente nosso), e atualmente trabalha no projeto de plataforma multimídia da Oi. Sua experiência com novas mídias e, claro, os muitos anos de experiência em comunicação despertaram nosso interesse em aprender um pouco mais com ele.</span></p>
<p>Caio trouxe muitos exemplos de como a Internet tem revolucionado a comunicação e do quanto ainda estamos longe de saber lidar com isso. Comentou sobre o fato de que a mídia tradicional tem simplesmente reproduzido sua produção offline em meios online, sem se dar conta do que de fato é ser interativo e sem criar distinção de conteúdo.</p>
<p>Muitas vezes a Web e o impresso trazem as mesmas notícias, gerando a tal “<span style="font-family: "><a href="http://pedrodoria.com.br/2009/05/19/a-crise-da-imprensa-vira/" target="_blank">crise</a></span><span style="font-family: ">” da imprensa, que pode ser resumida como uma ampla falta de entendimento sobre mídias sociais e suas possibilidades, além da dificuldade de quebrar conceitos e rever a forma como o jornalismo tem sido feito nos últimos 500 anos.</span></p>
<p>Ele falou ainda sobre a mesma mídia que elegeu e derrubou Collor, mas não teve o mesmo poder sobre Lula, que se manteve popular a despeito de todos os escândalos e conquistou a reeleição. Segundo Caio, essa é apenas mais uma demonstração do quanto a mídia não é mais capaz de influenciar como antes, o que de certa forma também comprova o fato de que as pessoas têm cada dia mais buscado em seus pares (ou seja, na Web) informações para tomar decisões importantes.</p>
<p>Um dos pontos mais interessantes da conversa foram os exemplos usados para ilustrar a rapidez com que ferramentas como o celular, blogs e Twitter mudaram momentos históricos. Contou sobre a passeata contra o <span style="font-family: "><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Atentados_de_11_de_mar%C3%A7o_de_2004_em_Madrid" target="_blank">atentado em Madrid</a></span><span style="font-family: ">, que foi organizada e mobilizada via SMS. Falou ainda sobre como os paulistanos organizaram via torpedo e messenger o toque de recolher durante o </span><span style="font-family: "><a href="http://mtv.uol.com.br/evocecomisso/blog/tr%C3%AAs-anos-dos-ataques-do-pcc-dois-dias-de-caos-170-mortes-insol%C3%BAveis-e-r-722-mil" target="_blank">levante do PCC</a> </span><span style="font-family: "> em São Paulo – toque este que não havia sido decretado pelas autoridades. Lembrou do caso do avião que caiu no rio </span><a href="http://www.editorsweblog.org/multimedia/2009/01/twitter_first_off_the_mark_with_hudson_p.php" target="_blank">Hudson, em Nova York</a><span style="font-family: ">, e foi primeiramente “noticiado” via </span><a href="http://twitpic.com/135xa" target="_blank">Twitter</a><span style="font-family: ">.</span></p>
<p>A força dessas ferramentas já é fato. Todos nós somos atingidos por elas, positiva ou negativamente. Governo, cidadãos, empresas, imprensa, consumidores, todos precisam se esforçar para entender essa revolução e seus novos papéis diante das mudanças. E para influenciar ainda mais corações e mentes, vamos <strong>sortear o livro do Caio Túlio</strong> entre os cinco primeiros que comentarem este post.</p>
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		<title>Censura na Wikipedia é necessária e cabe a nós ajudar a melhorar os critérios</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Apr 2009 16:16:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiane Loureiro</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Pedro Dória criou polêmica no Twitter durante o feriado ao complementar um texto escrito por Juliano Spyer sobre a Wikipedia brasileira. Entendo a frustração de colocar um verbete e vê-lo apagado pelos censores. Mas do ponto de vista de quem trabalha para grandes corporações, num mercado que tem sido questionado e avaliado constantemente, sou totalmente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span><a href="http://pedrodoria.com.br/2009/04/21/os-censores-da-wikipedia-brasileira/" target="_blank">Pedro Dória</a> criou polêmica no <a href="http://twitter.com/pedrodoria" target="_blank">Twitter</a> durante o feriado ao complementar um texto escrito por <a href="http://307.to/Y6" target="_blank">Juliano Spyer </a>sobre a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/P%C3%A1gina_principal" target="_blank">Wikipedia</a> brasileira. Entendo a frustração de colocar um verbete e vê-lo apagado pelos censores. Mas do ponto de vista de quem trabalha para grandes corporações, num mercado que tem sido questionado e avaliado constantemente, sou totalmente a favor de certa “censura” neste caso. </span></p>
<p>Pedro e Juliano são conhecidos por suas posturas éticas, engajamento digital e interesse em divulgar aquilo que realmente faz diferença na Internet brasileira. Mas nem todo mundo joga limpo. Empresas vivem perguntando quanto custa falar delas na Wikipedia. São comuns clientes que querem apagar críticas ou até mesmo fatos negativos que fazem parte da historia de suas companhias. Sim, muitas agências vendem esse serviço.</p>
<p>Todos os anos a Edelman faz a pesquisa <a href="http://www.edelman.com/trust/2009/" target="_blank">Trust Barometer</a> em mais de 20 países. O estudo é conduzido com líderes de opinião e em 2009 mostrou que, no Brasil, 34% dos internautas acreditam naquilo que encontram em mecanismos de busca, 24% confiam no que leem na Wikipedia e 74% têm mais credibilidade naquilo que é dito por pessoas comuns.</p>
<p class="MsoNormal"><span>Ou seja, tanto faz a Wikipedia “gringa” ou a nossa. Vamos à Internet buscar referências, acreditamos em gente como a gente. E imagine se toda empresa, assessor de imprensa, marketeiro, político, publicitário, blogueiro, etc. resolver falar bem de si mesmo ou de seus clientes e editar aquilo que lhe convém.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>A Wikipedia americana pode ser considerada mais madura do que a nossa porque a Internet nos Estados Unidos está à nossa frente. Lá os internautas se esforçam porque é de interesse próprio que exista um portal com dados constantemente atualizados e que ajuda não apenas “estudantes preguiçosos”, como também milhares de pessoas que recorrem ao <a href="http://www.google.com.br">Google</a> e ao <a href="http://www.yahoo.com.br" target="_blank">Yahoo!</a> em busca de informações. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span>O que não quer dizer que verbetes não precisem ser apagados todos os dias. Alguns serão deletados injustamente. Toda regra sempre acaba marginalizando mesmo aqueles que prezam pelas melhores práticas. Vale conhecer quais são os critérios de cada Wikipedia, compreender as bases que levam os censores a aprovar ou apagar um post. Até mesmo estabelecer diálogo, argumentar para mudanças e melhorias, mas entender que, no final, isso acaba nos protegendo. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Para corrigir uma informação, o profissional de comunicação ou a empresa deve expor a situação nas páginas de discussão da Wikipedia e pedir a aprovação dos usuários para alterar o verbete. (Mas, me desculpe se a companhia foi condenada por fraude, fez um monte de recall, etc. Cuide da sua reputação daqui por diante, mas não queria usar esse fórum para apagar os erros e infortúneos do passado). </span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Outra forma é escrever um texto institucional, postá-lo no site ou no blog da empresa sob <a href="http://pt.wiktionary.org/wiki/Wikcion%C3%A1rio:GNU_Free_Documentation_License" target="_blank">Licença de Documentação Livre</a> (<em>free documentation license</em>) e submeter o link aos “wikipedianos” ou aos censores para que eles alterem o verbete de forma independente. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span>E cada um de nós, como autores “livres”, deve abusar de referências, dados, estatísticas, depoimentos, cases e tudo mais que comprove a veracidade do que estamos dizendo e justifique a relevância do texto. Assim estaremos contribuinto para uma Internet mais transparente e por um mercado de comunicação mais ético.</span></p>
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		<title>Duas semanas e muito conteúdo</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Mar 2009 20:02:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ronald Mincheff</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[As últimas duas semanas foram muito agitadas para a Edelman. Recebemos a visita de duas executivas internacionais e participamos de dois eventos importantes para o mercado. Quero dividir com vocês um pouco dessas experiências.

Na semana passada esteve por aqui Cathleen Johnson, vice-presidente mundial da prática de Turismo e Estilo de Vida da Edelman e diretora global [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">As últimas duas semanas foram muito agitadas para a Edelman. Recebemos a visita de duas executivas internacionais e participamos de dois eventos importantes para o mercado. Quero dividir com vocês um pouco dessas experiências.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-medium wp-image-186 aligncenter" title="dsc_15121" src="http://www.expressaodeideias.com.br/wp-content/uploads/2009/03/dsc_15121-300x201.jpg" alt="" width="300" height="201" /></p>
<p>Na semana passada esteve por aqui <a href="http://www.linkedin.com/pub/7/580/165">Cathleen Johnson</a>, vice-presidente mundial da prática de Turismo e Estilo de Vida da Edelman e diretora global de Educação e Treinamento. Ela participou da sétima edição do <a href="http://www.panrotas.com.br">Fórum Panrotas</a>, um dos maiores eventos nacionais, que discute tendências do turismo.</p>
<p>O evento foi muito rico, com a participação dos principais players do setor de turismo do Brasil e palestrantes que contribuíram não somente com apresentações de qualidade, mas marcaram presença em um debate ativo sobre questões relevantes para a vertical, como a melhor forma de promover destinos, tema da palestra da Cathleen.</p>
<p>Como evoluir na promoção de São Paulo como destino turístico? Como restaurar a promoção de locais consagrados como o Rio de Janeiro? Qual a visão que o estrangeiro tem do Brasil? Essas foram algumas das questões discutidas durante a apresentação e todas as respostas reforçaram que o País tem um potencial muito maior do que é explorado hoje; já avançamos muito, mas encontros como esse são fundamentais para conquistarmos as próximas metas. Ouvir especialistas do setor sempre me estimula muito a dedicar cada vez mais esforços para ampliar o papel da comunicação no mercado. O sucesso de um programa de turismo, seja de um país, estado, cidade ou empresa, está diretamente ligado à forma como ele é comunicado para as diversas audiências.</p>
<p>O setor, que tem altos índices de empregabilidade e pode representar um enorme diferencial positivo na economia de um país, merece essa atenção.  A cobertura você encontra <a href="http://www.panrotas.com.br">no site</a>.</p>
<p>No dia 10 de março, nós realizamos o evento de apresentação da décima edição de seu Estudo de Confiança da Edelman (<a href="http://www.edelman.com/trust/2009/">Trust Barometer</a>), no Hyatt. Eu e mais quatro colegas discutimos o tema credibilidade e o papel da comunicação com uma platéia de mais de 50 executivos, de grandes empresas do País.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.expressaodeideias.com.br/wp-content/uploads/2009/03/img_4736.jpg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-185 aligncenter" title="img_4736" src="http://www.expressaodeideias.com.br/wp-content/uploads/2009/03/img_4736.jpg" alt="" width="238" height="162" /></a></p>
<p><a href="http://www.expressaodeideias.com.br/wp-content/uploads/2009/03/img_4736.jpg"></a><a href="http://www.linkedin.com/pub/6/aa2/734">Gail Becker</a>, presidente da Edelman para a região oeste dos Estados Unidos e chairwoman para Canadá e América Latina, apresentou os dados globais da pesquisa, enquanto eu comentei os dados específicos do Brasil. Outros dois participantes completaram nossa mesa de debates: Charles Krieck, da <a href="http://www.kpmg.com.br/">KPMG</a>, e Silvio Laban, da <a href="http://www.fgv.br/">FGV</a>. A discussão foi mediada por Marcello D’ Angelo, diretor de conteúdo da <a href="http://www.gazetamercantil.com.br/">Gazeta Mercantil</a>.</p>
<p>O debate foi muito interessante. Durante a sessão de perguntas e respostas, fui questionado sobre a relação da credibilidade das empresas com seus programas de desenvolvimento sustentável e responsabilidade social. O Trust deste ano confirma que 96% dos brasileiros confiam em companhias que têm um forte compromisso com a proteção do meio ambiente e 94% em empresas que comprometem tempo, dinheiro e recursos com o bem público. </p>
<p>Outras questões importantes como a confiabilidade do setor de agronegócios e das novas mídias foram levantadas.  O tema, sem dúvida, interessa a todos, de todas as verticais, principalmente em momentos de crise, quando a confiança conquistada pode representar a sobrevivência de uma empresa, de um profissional no mercado. Credibilidade é um pilar que deve fazer parte da estratégia de atuação e comunicação de todas as empresas, sempre.</p>
<p>Caso queira conhecer nosso Estudo, entre com contato. A Gazeta Mercantil publicou um especial sobre a pesquisa. Para acessá-lo, <a href="http://www.edelman.com.br/especialgzm09.pdf">clique aqui</a>.</p>
<p>Um abraço!</p>
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		<item>
		<title>Nacionalidade de empresa impacta na reputação</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Feb 2009 10:50:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ronald Mincheff</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Mais relevante do que muita gente pensa, saber de onde vem uma multinacional tem muita relevância no imaginário do formador de opinião. O Estudo de Confiança, da Edelman, aponta que o brasileiro coloca as empresas alemãs em primeiro lugar, com índice de 81%, acompanhado das canadenses (78%) e do Reino Unido e da França – [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais relevante do que muita gente pensa, saber de onde vem uma multinacional tem muita relevância no imaginário do formador de opinião. O <a href="http://www.edelman.com/trust">Estudo de Confiança, da Edelman</a>, aponta que o brasileiro coloca as empresas alemãs em primeiro lugar, com índice de 81%, acompanhado das canadenses (78%) e do Reino Unido e da França – ambas com 77%. Na lanterna, estão as empresas da Polônia e da Rússia – as duas com 42%. Nota: os chineses ficaram em penúltimo lugar, com 48%. No mundo, são as suecas que lideram, seguidas de multinacionais sediadas na Alemanha e Canadá.</p>
<p>A reputação atrelada à nacionalidade é formada com base no relacionamento do indivíduo com companhias da mesma origem, do noticiário sobre o país e pela vivência. Não é à toa que os chineses, poloneses e russos ficaram para trás, uma vez que marcas e companhias de outros países conquistaram um espaço mais nobre no nosso cotidiano. No Brasil, normalmente não dirigimos veículos de empresas com matriz na Rússia, não comemos chocolate polonês e nem somos atendidos por chineses ao ligar para um contact center. Como a relação é pequena, depositar crédito no desconhecido fica difícil.</p>
<p>Contudo, a confiança em empresas de uma nacionalidade está sujeita a variações. Nos Estados Unidos, a reputação das empresas norte-americanas recuou de 73% em 2008 para 60% na edição de 2009. Os setores bancário, de seguros e automotivo puxaram bastante este índice para baixo. Para os norte-americanos, a confiança que em 2008 estava em 69% para bancos, 49% nos seguros e 54% para a indústria automotiva despencou para 36%, 29% e 32% respectivamente.</p>
<p>Assim como ações inadequadas – ex.: investimento além da conta em créditos podres – e cenário hostil deterioram a reputação, posicionar-se em linha com os interesses dos públicos-alvos tende a melhorar a percepção. Vamos torcer para que tanto as atitudes como o cenário aprimorem a confiança na próxima edição do Estudo de Confiança.</p>
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		<title>Rediscutindo relevância e influência</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Jan 2009 13:37:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiane Loureiro</dc:creator>
		
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Menos será mais em 2009. Depois de finalmente terminar de ler uma serie de textos sobre as previsões para Web, percebi que “defriending” é consenso como tendência para este ano: menos contatos, mais discernimento na hora de aceitar um amigo ou follower, além de mais qualidade nas informações recebidas e compartilhadas. Isso, de certa [...]]]></description>
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<p class="MsoNormal"><span>Menos será mais em 2009. Depois de finalmente terminar de ler uma serie de textos sobre as previsões para Web, percebi que </span><span>“<a href="http://www.socialcitizens.org/blog/defriending-trend-2009" target="_blank"><em>defriending</em></a>” é </span><span>consenso como tendência para este ano: menos contatos, mais discernimento na hora de aceitar um amigo ou <em>follower</em>, além de mais qualidade nas informações recebidas e compartilhadas. Isso, de certa forma, mexe com os rankings que temos visto por aí e abre uma nova discussão a respeito de influência e relevância. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Um dos critérios que definem os blogs mais prestigiados é o número de visitantes. E isso tem sido levado em conta mais até do que o conteúdo que o blogueiro publica ou com que tipo de usuários ele fala. O mesmo tem acontecido no <a href="http://www.twitter.com" target="_blank">Twitter</a>, com alguns perfis contabilizando mais cinco mil seguidores e liderando as análises quantitativas. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Quem acompanhou o debate sobre Relações Públicas 2.0 na <a href="http://www.campus-party.com.br/" target="_blank">Campus Party</a> me viu dizer que o que define influência e relevância são os objetivos e o público-alvo que uma marca ou empresa precisa atingir. </span><span>Falei que, dependendo do produto, aparecer nos “top ten” da blogosfera é importante por conta da visibilidade. Aqui o que determina sucesso é o buzz. Ter a empresa citada em um veículo que atinge milhares internautas, mas que não necessariamente são aqueles que realmente consomem a marca. Pois é bem provável que o público-alvo esteja, de fato, nos blogs “miguxos”, <a href="http://www.fotolog.net" target="_blank">Fotolog</a> ou <a href="http://www.orkut.com" target="_blank">Orkut</a>. No boca-a-boca gerado entre uma audiência bem menos “famosa”, mas com muito mais relação direta com o produto. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Por isso, se a companhia quiser <span> </span>proteger sua reputação, fazer nascer novos embaixadores, aumentar a exposição positiva e gerar conversações genuínas e transparentes, o buzz deve sair de cena para dar espaço ao engajamento sustentável e construtivo entre corporação e consumidor. Como bem disse <a href=" http://www.damniwish.com " target="_blank">Andy Sernovitz</a>, “love beats money”. E amor só se ganha ao longo de relacionamentos. Isso vai totalmente <span style="text-decoration: line-through;">de</span> ao encontro com essa tal tendência de medir influência muito mais pela importância das conversas estabelecidas, independentemente da quantidade. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Talvez daqui pra frente popularidade seja algo contabilizado muito mais pela capacidade de um blog ou internauta de chegar até uma audiência qualificada e formadora de opinião do que pelo fato de ser lido por milhões de pessoas que não causam qualquer impacto além de &#8220;copy/paste&#8221;. Aí, espero que marqueteiros e profissionais de comunicação finalmente entendam que o trabalho de Web vai além de atingir KPIs ou ROI. Trata-se de conquistar “amigos”.</span></p>
<p class="MsoNormal">P.S - Os debates da Campus Party podem ser assistidos <a href="http://eoqha.net/video/palestras-do-campus-blog/" target="_blank">aqui</a><br />
Eduardo Vasques escreveu um ótimo <a href="http://perolasdasassessorias.wordpress.com/" target="_blank">post</a> sobre RP 2.0<br />
E muita gente passou a considerar Orkut como ferramenta de classe C. Engano. O Orkut faz parte da vida de todas as pessoas que não enxergam e não entendem Web 2.0 como nós</p>
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		<title>Trust: brasileiro prioriza como empresa trata funcionário</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Jan 2009 12:17:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ronald Mincheff</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Seguindo com a reputação empresarial, o que o brasileiro valoriza nas empresas? A edição de 2009 do Estudo de Confiança, da Edelman, aponta:

o quão bem ela trata seus funcionários (98%);
a qualidade dos produtos e serviços (97%);
a capacidade de criar e manter empregos (96%);
o compromisso com a proteção do meio ambiente (96%).

Assim como o Brasil, Canadá [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Seguindo com a reputação empresarial, o que o brasileiro valoriza nas empresas? A edição de 2009 do <a href="http://www.edelman.com/trust">Estudo de Confiança, da Edelman</a>, aponta:</p>
<ul>
<li>o quão bem ela trata seus funcionários (98%);</li>
<li>a qualidade dos produtos e serviços (97%);</li>
<li>a capacidade de criar e manter empregos (96%);</li>
<li>o compromisso com a proteção do meio ambiente (96%).</li>
</ul>
<p>Assim como o Brasil, Canadá e boa parte dos países europeus, como Reino Unido, Alemanha, França, Suécia, também priorizaram o tratamento aos funcionários.</p>
<p>E a percepção está diretamente associada à ação! Ao acreditar em uma companhia, os brasileiros tendem a comprar seus produtos e serviços (88%) e recomendar produtos e serviços para outras pessoas (82%) – o que também foi observado na pesquisa do ano passado. Contudo, se não acreditam na companhia, deixam de comprar os produtos e serviços (76%) e falam mal para outras pessoas (67%).</p>
<p>No mundo, é interessante notar que a onda de estatização de reconhecidas instituições do mercado é acompanhada, segundo o <a href="http://www.edelman.com/trust">Estudo de Confiança</a>, do consentimento do público para aumentar a regulamentação e participação das instituições públicas no mercado. Segundo os números gerais, 75% dos pesquisados acreditam que o governo deve intervir para regular um setor específico ou nacionalizar uma companhia para restaurar confiança do mercado. Nos Estados Unidos, apenas 49% da população concorda que o mercado livre deveria agir de forma independente. Isso nos leva a interpretar que a baixa confiança eleva a pressão por maior regulamentação, ou seja, mudança gera mais mudança.</p>
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		<title>Estudo de confiança 2009: é nas empresas em quem o brasileiro mais confia</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jan 2009 11:24:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ronald Mincheff</dc:creator>
		
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			<content:encoded><![CDATA[<p>As empresas reconquistaram a liderança na confiança dos brasileiros, segundo a edição de 2009 do <a href="http://www.edelman.com/trust">Estudo de Confiança (Trust Barometer), da Edelman</a>. Mesmo diante da crise econômica nos mercados desenvolvidos, as corporações no país registraram um crescimento de credibilidade de 61% para 67% se comparado ao estudo anunciado em 2008, em que a imprensa liderava, com 64%. Na edição deste ano, as corporações foram seguidas de ONGs (62%), mídia (60%) e o governo (43%).</p>
<p>E mesmo comparando com outros países, o Brasil foi o terceiro com o maior índice de credibilidade das companhias, ficando atrás só da Índia e do México, ambas com 71%. A 10ª edição do Estudo anual foi apresentada nessa quarta-feira – 28/1 – no Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, por Richard Edelman, presidente da terceira maior agência independente de relações públicas do mundo. A pesquisa foi realizada após a eleição de Barack Obama, entre novembro e dezembro de 2008, nos cinco continentes, com 4.475 líderes de opinião entre 25 e 64 anos.</p>
<p>Ao dar alguns passos para trás para vermos melhor um quadro mais amplo, percebemos que as economias em desenvolvimento tendem a confiar mais nas empresas: a média nos BRICs é de 63%, assim como Ásia-Pacífico (57%) e América Latina (69%). Ao passo que o mundo corporativo na América do Norte (37%) e União Européia (43%) contam com índices de credibilidade menor.</p>
<p>O caminho foi o inverso nas economias desenvolvidas, que apresentaram uma deterioração na confiança às empresas. Nos EUA, a credibilidade nesta categoria caiu de 58%, na edição de 2008 do Trust Barometer, para 38% perante pessoas de 35 a 64 anos – este foi o menor índice registrado pelo Estudo da Edelman, mais abaixo ainda do que no estouro da bolha de internet e na quebra da Enron. Em nove países da União Européia, 75% dos pesquisados entre 25 a 64 anos admitiram que confiam menos nas companhias. No caso de Reino Unido, França e Alemanha o nível de confiança em relação às companhias também permaneceu baixo, em 36%.</p>
<p>A explicação para o aumento na confiança nas empresas no Brasil é a crise econômica mundial agir de forma mais aguda – e por mais tempo – nos países desenvolvidos, enquanto líderes de opinião por aqui ainda não foram atingidos da mesma forma – e muitos não serão. Outras possíveis razões pelo que ando lendo, ouvindo e conversando:</p>
<ul>
<li>apesar da alta do dólar em relação ao ano passado, commodities e bens industrializados aportam no Brasil a um custo ainda menor, pois a demanda mundial despencou. Assim, a inflação sofre menos pressão;</li>
<li>as pessoas ouvidas no país identificam uma maior maturidade do empresariado que não eliminou empregos ao longo de 2008. As demissões, em especial na <a href="http://www.estadao.com.br/economia/not_eco313103,0.htm">indústria</a>, foram realizadas em dezembro, enquanto se negocia <a href="http://www.estadao.com.br/economia/not_eco304768,0.htm">flexibilização das leis trabalhistas</a>;</li>
<li>o <a href="http://economia.uol.com.br/ultnot/valor/2009/01/26/ult1913u100983.jhtm">capital de investimento estrangeiro</a> no Brasil não virou fumaça em 2008, batendo o recorde de US$ 45,06 bilhões (2,84% do PIB) e superando expectativas do próprio Banco Central, ante US$ 34,58 bilhões (2,59% do PIB) em 2007.</li>
</ul>
<p>Agora, o será que os brasileiros valorizam nas empresas? Confira aqui amanhã!</p>
<p><strong>Importante:</strong> embora na lanterna, destaco que a confiança do governo quase dobrou em relação ao ano anterior, quando estava a 22%, bem acima da credibilidade do poder público dos Estados Unidos (30%) e da França (34%). A conquista do grau de investimento, aumento das reservas cambiais e o ingresso de 20 milhões de cidadãos à classe média ajudaram a puxar para cima o resultado do governo aqui.</p>
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		<title>As bananas também ouvem</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Jan 2009 18:29:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ronald Mincheff</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Anteriormente mencionei que Responsabilidade Corporativa vai muito além da produção do Relatório de Sustentabilidade, pois essa fonte de informação é apenas uma das utilizadas pelo público para formar a opinião sobre as estratégias e ações de uma companhia. ONGs, assim como a imprensa, cumprem papel fundamental para disseminar mensagens. Contudo, o relacionamento não se limita [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Anteriormente mencionei que Responsabilidade Corporativa vai muito além da produção do Relatório de Sustentabilidade, pois essa fonte de informação é apenas uma das utilizadas pelo público para formar a opinião sobre as estratégias e ações de uma companhia. ONGs, assim como a imprensa, cumprem papel fundamental para disseminar mensagens. Contudo, o relacionamento não se limita a distribuir mensagens e esperar que elas cheguem ao público-alvo. Relacionamento não é só falar – é também ouvir.</p>
<p>Ouvir mais e melhor abrange qualquer tipo de negócio, até mesmo o da <a href="http://www.chiquita.com/">Chiquita</a>, produtora e distribuidora multinacional de frutas frescas, vegetais e frutas processadas, reconhecida mundialmente por suas bananas. No início da década de 90, ativistas ambientais questionavam agressivamente as licenças concedidas à Chiquita para operar, alegando <a href="http://www.cnn.com/SPECIALS/2000/yourbusiness/stories/banana/index.html">práticas danosas à natureza</a> na América Latina.</p>
<p>Com o passar do tempo, a empresa notou que se isolar não era a melhor política para lidar com esses grupos. Reconheceu-se a necessidade de discutir com os adversários para compreender suas reclamações e descobrir o que poderia ser feito. O resultado foi uma parceria com a ONG Rainforest Alliance, sediada em Nova York, comprometida a proteger ecossistemas e as pessoas que dependem da agricultura, promovendo a mudança das práticas de negócios e uso do solo.</p>
<p>Com essa abordagem, a Chiquita foi além do processo tradicional ao ouvir opiniões conflitantes e alterar o processo de decisão da empresa. Esta parceria permitiu que a gestão da Chiquita compreendesse de forma mais ampla os problemas ambientais na produção, adaptando suas fazendas para os padrões definidos pela Rainforest Alliance.</p>
<p>Investimentos de US$ 20 milhões e oito anos de trabalho possibilitaram a certificação de todas as fazendas Chiquita da América Latina pela ONG, impactando de forma positiva na reputação da companhia, além de reduzir custos e aumentar a produtividade. Esse tipo de ação de negócio só foi possível por conta de um posicionamento mais aberto, calcado em um trabalho intenso de relações públicas.</p>
<p>Ouvir, sem dúvidas, só pode fazer bem para ONGs, empresas e comunidade. E não é só com base nesta história! É o que também aponta a nova edição do <a href="http://www.edelman.com/trust/">Trust Barometer</a>, que será divulgado no <a href="http://www.weforum.org/en/index.htm">Fórum Econômico Mundial</a> em Davos, na Suíça, na próxima semana. Segundo o levantamento realizado pela Edelman, há um apelo mundial da população para que empresas, governo e ONGs trabalhem mais em sintonia para superarem juntos os desafios em comum. Até breve!</p>
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