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	<title>Ei - Expressão de Idéias</title>
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	<description>Blog da Edelman do Brasil, agência de relações públicas.</description>
	<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 19:35:08 +0000</pubDate>
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		<title>A força das parcerias – Estudo de Confiança da Edelman 2010</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 19:35:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ronald Mincheff</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[A Edelman acaba de lançar o Estudo de Confiança 2010 (Trust Barometer 2010). A pesquisa deste ano mostra que as empresas (62%) e as ONGs (57%) continuam com a credibilidade alta entre os brasileiros, seguidas por mídia (54%) e governo (39%). Existe também uma continuidade, em relação aos estudos anteriores, no que diz respeito às [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><span style="font-size: small;">A </span><a href="http://www.edelman.com.br/"><span style="font-size: small;">Edelman</span></a><span style="font-size: small;"> acaba de lançar o Estudo de Confiança 2010 (</span><a href="http://www.edelman.com/trust/2010"><span style="font-size: small;">Trust Barometer 2010</span></a><span style="font-size: small;">). A pesquisa deste ano mostra que as empresas (62%) e as ONGs (57%) continuam com a credibilidade alta entre os brasileiros, seguidas por mídia (54%) e governo (39%). Existe também uma continuidade, em relação aos estudos anteriores, no que diz respeito às verticais: tecnologia (83%) ainda é a mais confiável no Brasil, seguida por biotecnologia (74%) e entretenimento (71%). </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%; text-indent: 36pt; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><span style="font-size: small;">A pesquisa, realizada entre setembro e dezembro de 2009, em 22 países, nos cinco continentes, com 4.875 líderes de opinião, entre 25 e 64 anos, indica também que, no total global, a credibilidade das ONGs (57%) está à frente, seguida por empresas (55%), governo (49%) e mídia (46%). O terceiro setor também apresenta alto índice de confiança na América do Norte (62%) e na União Europeia (59%). Já nos países do BRIC (59%) e na América Latina (69%) as corporações estão em primeiro lugar. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%; text-indent: 36pt; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><span style="font-size: small;">Resultados importantes, levantados no estudo deste ano, demonstram a força das parcerias e indicam um momento de oportunidades para todas as instituições. Observem os resultados abaixo:</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<ul style="margin-top: 0cm;" type="square">
<li class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman';"><span style="font-size: small;">Companhias que estabelecem parcerias com ONGs para resolver questões globais, como mudanças climáticas, fome e doenças, têm maior credibilidade para os brasileiros (71%), em detrimento daquelas que não estabelecem. No total global (68%) esse número também é alto.</span></span></li>
</ul>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt 36pt;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<ul style="margin-top: 0cm;" type="square">
<li class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman';"><span style="font-size: small;">Os entrevistados no País (55%) e na América Latina (58%) também não acreditam que as corporações estão ouvindo e engajando seus funcionários e clientes para encontrar novos caminhos para beneficiar a sociedade e fazer negócios ao mesmo tempo.</span></span></li>
</ul>
<p class="MsoListParagraph" style="margin: 0cm 0cm 0pt 35.4pt;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<ul style="margin-top: 0cm;" type="square">
<li class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman';"><span style="font-size: small;">Os brasileiros (52%) não acreditam que empresas, governos e ONGs estão trabalhando juntos para solucionar questões sociais importantes. Na América Latina (58%) esse valor é maior, enquanto o total global (52%) acredita que sim. </span></span></li>
</ul>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<ul style="margin-top: 0cm;" type="square">
<li class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman';"><span style="font-size: small;">Quando um CEO toma decisões de negócios para sua empresa ele deve considerar todos os<em> stakeholders</em> igualmente. Essa é a opinião dos brasileiros (54%), assim como a de outros grupos de entrevistados, como latino-americanos (63%), norte-americanos (51%) e europeus (50%).</span></span></li>
</ul>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt 36pt;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt 18pt;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><span style="font-size: small;">É evidente para os formadores de opinião brasileiros que nenhuma instituição será capaz de resolver, sozinha, as questões importantes para a comunidade local e mundial; e há uma expectativa de que elas participem da solução, já quem precisam exercem também seu papel social e não apenas de negócios. Fazer parcerias, ampliar o diálogo com os diversos públicos, por meio de ferramentas tradicionais e alternativas, e integrar os esforços em torno de interesses comuns são atitudes fundamentais para construir e manter a credibilidade e, consequentemente, para ampliar os resultados da empresa.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt 36pt;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoListParagraph" style="margin: 0cm 0cm 0pt 35.4pt;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-ansi-language: IT;" lang="IT"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;"> </span></p>
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		<title>Tendências digitais para 2010</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Jan 2010 19:31:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiane Loureiro</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Feliz 2010! Ou &#8220;Great Twenty-Ten&#8221;, como dizem os americanos! Aqui vai o link para um paper da Edelman Digital, em inglês, sobre 10 tendências de Internet.
Executivos de diversas partes do mundo, incluindo Steve Rubel, David Armano, Marshall Manson e John Kerr, compartilharam experiências e falaram sobre o que deve guiar a Web neste ano.
Minha contribuição [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Feliz 2010! Ou &#8220;Great Twenty-Ten&#8221;, como dizem os americanos! Aqui vai o link para um paper da <a href="http://www.edelman.com/insights/" target="_blank">Edelman Digital</a>, em inglês, sobre 10 tendências de Internet.</p>
<p>Executivos de diversas partes do mundo, incluindo <a href="http://www.steverubel.com/" target="_blank">Steve Rubel</a>, <a href="http://darmano.typepad.com/" target="_blank">David Armano</a>, <a href="http://www.edelman.co.uk/people/marshall-manson" target="_blank">Marshall Manson</a> e <a href="http://www.socialnetworking-asia.com/social-conference/speakers/208-john-kerr-asia-pacific-director-new-media-edelman.html" target="_blank">John Kerr</a>, compartilharam experiências e falaram sobre o que deve guiar a Web neste ano.</p>
<p>Minha contribuição foi sobre a rapidez com que as coisas se espalham online e o quanto é necessário estar preparado para lidar o &#8220;tempo real&#8221;.</p>
<p>Espero que gostem e compartilhem suas percepções conosco.</p>
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		<title>2009 foi de crescimento e aprendizado</title>
		<link>http://www.expressaodeideias.com.br/2009-foi-de-crescimento-e-aprendizado</link>
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		<pubDate>Mon, 21 Dec 2009 15:44:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiane Loureiro</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Uau, que ano pauleira. Sumi dos eventos, encontros, fiquei devendo uma série de almoços pra pessoas queridas e contatos importantes. Eu sei, foi mal. Mas, agora, só em 2010. Aprendi muita coisa, cresci. Crescemos. A Edelman Digital na América Latina praticamente dobrou de tamanho. Somos 15 pessoas cuidando de 21 clientes e projetos na região.
Aprendemos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uau, que ano pauleira. Sumi dos eventos, encontros, fiquei devendo uma série de almoços pra pessoas queridas e contatos importantes. Eu sei, foi mal. Mas, agora, só em 2010. Aprendi muita coisa, cresci. Crescemos. A Edelman Digital na América Latina praticamente dobrou de tamanho. Somos 15 pessoas cuidando de 21 clientes e projetos na região.</p>
<p>Aprendemos que mexicanos ainda ouvem muito rádio e, consequentemente, <a href="http://www.podcastdirectory.com/search/keyword.php?page=1&amp;search=Mexico" target="_blank">podcasts</a> fazem o maior sucesso por lá. Por outro lado, blogueiros não gostam muito da ideia de ver empresas comentando seus posts. Eles preferem um encontro offline primeiro, para entender os objetivos e interesses. Só depois é que o blog fica &#8220;liberado&#8221; para as corporações.</p>
<p>Já os argentinos estão começando o contato entre empresas e usuários. A Web ainda é terreno desconhecido para muitas das companhias instaladas na Argentina. Porém, o <a href="http://abueloeconomico.blogspot.com/" target="_blank">amadurecimento político</a> que se vê em blogs argentinos e mexicanos é algo que nós, brasileiros, deveríamos buscar, principalmente em ano de eleição. Eles fazem barulho, protesto e engajam internautas em discussões interessantíssimas. Além disso, que delícia ler em espanhol os textos inteligentes de Carolina Aguirre, em <a href="http://bestiaria.blogspot.com/" target="_blank">Bestiária</a>, sem dúvida um dos melhores blogs latinos sobre cultura, filosofia e dia-a-dia.</p>
<p>No Brasil, muita coisa mudou, mas é necessário amadurecer mais. Ainda é preciso repetir o básico e bater na tecla do óbvio, até que a Internet se torne tão comum quanto o e-mail ou o celular são hoje nas nossa vidas. Há muito o que fazer antes de atingir patamares como os dos mercados americano e europeu. Jão são muitos casos de sucesso, mas muita gente ainda está fora das mídias sociais.</p>
<p>Teremos ainda mais desafios no próximo ano e isso é o que nos motiva a cada dia. Seguir batalhando, conquistando, vencendo etapa por etapa. Só me resta agradecer a equipe da Edelman Digital pela dedicação e comprometimento. Que voltemos em janeiro renovados e com muito gás pra essa nova jornada.</p>
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		<title>Meu bico como &#8220;atriz&#8221; e o futuro da TV</title>
		<link>http://www.expressaodeideias.com.br/meu-bico-como-atriz-e-o-futuro-da-tv</link>
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		<pubDate>Sun, 27 Sep 2009 18:58:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiane Loureiro</dc:creator>
		
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			<content:encoded><![CDATA[<div><img class="aligncenter" src="http://files.me.com/travariuds/39hf0l" alt="estúdio do programa \" /></div>
<div><span></p>
<div>Na última quinta-feira participei, junto com o Ricardo Cobra do <a href="http://www.homemnacozinha.com/"><span>Homem na Cozinha</span></a>, de um episódio do novo programa da Denise Fraga na TV Globo. As gravações de “<a href="http://norma.globo.com/"><span>Norma</span></a>”, que estréia dia 04 de outubro logo após o <a href="http://fantastico.globo.com/"><span>Fantástico</span></a>, são transmitidas pelo <a href="http://blogdadenise.com.br/denise/">Blog da Denise</a>. A atriz conversa com a platéia e com espectadores participando via chat para encontrar soluções e bons conselhos para a personagem, uma mulher insegura, funcionária de um instituto de pesquisas e que ainda cozinha e lava a roupa do ex-marido.</div>
<div><span></p>
<div>Depois que a Cultura inovou e integrou mídias sociais à programação, a Globo faz suas tentativas. Vários de seus atores estão no Twitter, a Ana Maria Braga conta com os fãs opinando via SMS e o Fantástico já fez entrevistas usando <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/08/31/holograma-do-fantastico/"><span>holografia</span></a>. Acho estranho ter chat em programa gravado. Seria bem mais legal se as pessoas em casa pudessem se conectar e interagir ao longo da exibição de &#8220;Norma&#8221; no domingo à noite. De qualquer forma, as mídias sociais certamente irão ganhar ainda mais popularidade com as graças de um dos maiores conglomerados de mídia da América Latina.</div>
<div><span><br />
E a gente já começa a ter indícios do que a TV será daqui a alguns anos. </span><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/TiVo" target="_blank">TiVo</a><span> e Google TV Ads já têm mudado o comportamento dos espectadores nos Estados Unidos e feito publicitários quebrar a cabeça para manter as pessoas “ligadas” durante o comercial. A Samsung (cliente da Edelman) possibilita a inserção de <a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2009/06/18/samsung-lanca-widgets-para-tvs-com-conteudo-online-de-terra-e-youtube/"><span>widgets</span></a> do portal Terra e do YouTube em vários de seus modelos de LED e LCD. A  posse de Obama foi transmitida pela CNN no Facebook, permitindo que os usuários comentassem o evento com seus amigos. Muito em breve teremos messenger, RSS, blogs e várias outras redes sociais integrados aos aparelhos.</span></div>
<div><span><br />
Em “Norma”, são os espectadores que definem os rumos do episódio. Logo mais, essa influência acontecerá ao vivo, os temas acabarão por dividir a audiência em nichos e mais uma vez o conteúdo precisará ser customizado, adaptado, relevante e parte de uma conversação entre emissora e público. Ou seja, vamos transferir o &#8220;hype&#8221; da Web para a TV e continuar nos questionando sobre o papel da comunicação e da publicidade nisso tudo.</span></div>
<div><span><br />
Ah, a minha participação no programa? Deixa pra lá <img src='http://www.expressaodeideias.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </span></div>
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		<item>
		<title>Wikipedia e herança digital</title>
		<link>http://www.expressaodeideias.com.br/wikipedia-e-heranca-digital</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 17:48:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiane Loureiro</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Blogosfera]]></category>

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		<description><![CDATA[Recentemente a Wikimedia Foundation, organização responsável pela Wikipedia, determinou nos Estados Unidos que, dentro de alguns meses, todas as edições feitas em perfis de personalidades ainda vivas devem passar pela aprovação de um grupo de experientes editores, designados a checar a veracidade das informações alteradas. A iniciativa, chamada de &#8220;flagged revisions&#8220;, começará a valer, por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente a <a href="http://www.wikimedia.org/" target="_blank">Wikimedia Foundation</a>, organização responsável pela <a href="http://www.wikipedia.org/" target="_blank">Wikipedia</a>, determinou nos Estados Unidos que, dentro de alguns meses, todas as edições feitas em perfis de personalidades ainda vivas devem passar pela aprovação de um grupo de experientes editores, designados a checar a veracidade das informações alteradas. A iniciativa, chamada de &#8220;<em>flagged revisions</em>&#8220;, começará a valer, por enquanto, para a Wikipedia em inglês, mas a intenção é estender a regra a outros idiomas e os mais de 13 milhões de artigos.</p>
<p>Aproximadamente 120 milhões de pessoas no mundo inteiro consultam a Wikipedia todos os meses. Quando ganhou popularidade por volta de 2004, a enciclopédia teve sua credibilidade questionada por propor que a correção e a profundidade das informações fossem controladas pelos próprios usuários. Com o tempo, conquistou confiança e passou a ser referência até mesmo para grandes jornais como o <a href="www.nytimes.com" target="_blank">The New York Times </a>e o <a href="www.guardian.co.uk" target="_blank">The Guardian</a>. A pesquisa <a href="http://www.edelman.com/trust/2009/" target="_blank">Trust Barometer</a>, da Edelman, mostra que mais de 24% dos internautas no Brasil acreditam no que lêem na Wikipedia.</p>
<p>Mas como a Internet simplesmente espelha o mundo offline &#8212; e ética tem a ver com gente &#8211;, não faltaram dados falsos, calúnias e abusos. Com isso, a &#8220;democracia&#8221; da Wikipedia fica em xeque.  É possível continuar dependendo da comunidade e sua autorregulação quando se é fonte de informação? Pelo jeito, a resposta é não. Sendo assim, a Wikipedia incorpora restrições, divide seus usuários em níveis, concede permissões diferenciadas e se protege como qualquer outra mídia.</p>
<p>Há bastante tempo venho questionando a forma como tratamos a Internet. Temos a tendência de nos distanciar de nós mesmos quando entramos no universo virtual, como se de fato mergulhássemos em outra esfera, completamente desconexa da nossa vida real, e como se o que fizéssemos no online não trouxesse consequências, às vezes drásticas, para o offline.</p>
<p>Isso faz com que não pensemos Internet como um elemento da nossa própria história  e aquilo que nos perpetuará por gerações futuras. Assim como o <a href="http://www.lmc.ep.usp.br/people/hlinde/Estruturas/coliseu.htm" target="_blank">Coliseu</a> nos permite saber sobre os romanos, arquivos digitais e catálogos online serão os principais meios pelos quais seremos conhecidos daqui a alguns milhares de anos.</p>
<p>Herança Digital é um assunto que vem sendo estudado e debatido principalmente pela <a href="http://portal.unesco.org/ci/en/ev.php-URL_ID=24268&amp;URL_DO=DO_TOPIC&amp;URL_SECTION=201.html" target="_blank">Unesco</a> e entidades acadêmicas. A preocupação primordial é com a preservação da cultura e da arte, mas já se começa a pensar também patrimônio comportamental. Alguns desafios são os espaços de armazenamento, formatos de arquivo e compatibilidade. Todos os anos, terabytes de informações simplesmente desaparecem.</p>
<p>A Wikipedia entra nesta discussão como uma grande base de dados que precisa ser encarada como um registro da nossa sociedade. Ideal seria cada um de nós zelar pelos conteúdos que desenvolvemos e encará-los como testemunhos da nossa era. Mas se não temos maturidade para isso, talvez tenhamos que nos submeter a controles.</p>
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		<title>Crise: respeito e rapidez</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Jul 2009 14:55:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ronald Mincheff</dc:creator>
		
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		<category><![CDATA[Air France]]></category>

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		<description><![CDATA[Como boa parte do mercado já sabe, a Edelman é a agência de relações públicas responsável pelo gerenciamento de crise da Air France, a partir do acidente com o vôo 447. Sem dúvida, lamentamos muito o ocorrido – são dias de consternação, durante os quais focamos no trabalho de equipe pautado pelo respeito às vitimas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como boa parte do mercado já sabe, a Edelman é a agência de relações públicas responsável pelo gerenciamento de crise da Air France, a partir do acidente com o vôo 447. Sem dúvida, lamentamos muito o ocorrido – são dias de consternação, durante os quais focamos no trabalho de equipe pautado pelo respeito às vitimas, familiares, amigos, comunidades, autoridades e todos os envolvidos.</p>
<p>A Edelman estruturou quatro grupos dedicados ao atendimento do caso: dois em São Paulo e dois no Rio de Janeiro. A principal preocupação, que guia nosso trabalho, é a circulação de informação oficial entre a Air France e o mercado, de maneira ágil e responsável, considerando a privacidade dos familiares das vítimas e o tempo das investigações. </p>
<p>Desde a primeira hora do acidente, a agência está próxima do cliente, prestando consultoria e implementando estratégias de comunicação calcadas em informações corretas, sem cair em sensacionalismos ou se deixar levar pela ansiedade e pressão, muito comuns nesses momentos. As equipes trabalham sete dias por semana, em sistema de revezamento, para garantir que nenhuma solicitação de imprensa fique sem resposta. </p>
<p>Os times que ficaram baseados no Rio de Janeiro, no aeroporto do Galeão e na base para familiares no Hotel Windsor da Barra da Tijuca, se dedicaram ao atendimento à imprensa local, ao apoio ao cliente e aos familiares. Os times de São Paulo se dividiram entre a Air France e a agência. Nas primeiras semanas, os telefones tocavam a todo o momento, das primeiras horas do dia até a madrugada, com jornalistas em busca de respostas; e havia uma equipe concentrada no atendimento destas solicitações. A divulgação de comunicados oficiais também foi constante, como forma de atualizar imprensa e sociedade sobre quaisquer notícias relevantes e confirmadas que estavam à disposição.</p>
<p>Também, com o objetivo de ampliar a agilidade e o acesso à informação oficial, utilizamos o <a href="http://www.edelman.com.br/">website</a> e o <a href="http://twitter.com/edelmanbrasil">twitter da Edelman </a>para divulgar os <a href="http://www.edelman.com.br/newsletter.asp?cod_noticia=1943">comunicados da Air France</a>, além do website do próprio cliente. Realizamos um <a href="http://blogsearch.google.com/blogsearch?num=50&amp;hl=en&amp;ie=UTF-8&amp;ctz=180&amp;c2coff=1&amp;as_epq=&amp;as_oq=&amp;as_eq=&amp;as_qdr=a&amp;as_drrb=b&amp;as_mind=1&amp;as_minm=6&amp;as_miny=2009&amp;as_maxd=16&amp;as_maxm=7&amp;as_maxy=2009&amp;lr=lang_pt&amp;safe=active&amp;q=air+france&amp;scoring=d">monitoramento online de blogs </a>e comunidades para garantir que informações erradas não se perpetuassem.  Hoje, não é possível pensar em gerenciamento de crise, sem considerar a frente Digital também.</p>
<p>Nosso trabalho tem sido <a href="http://twitter.com/silviamarques/statuses/1995117573">reconhecido</a> não apenas pela Air France, mas por outros clientes da agência, assim como pela própria imprensa e representantes do mercado de comunicação. Qual é o <a href="http://twitter.com/flaviapm/status/2003018573">grande diferencial </a>desse gerenciamento de crise, em minha opinião? Uma estratégia de comunicação baseada o tempo todo no <a href="http://twitter.com/maryzaidan/statuses/1999910530">respeito</a> e na <a href="http://twitter.com/dioneamaral/statuses/2009174702">rapidez</a>. Não é raro que, neste tipo de circunstância, as cobranças e a angústia inerentes à situação ganhem força e acabem por atrapalhar o andamento do trabalho de comunicação. O mais importante para evitar essa armadilha é manter o foco no objetivo final da ação: colaborar para que o fluxo de informação aconteça da forma mais eficaz possível, para o cliente, os familiares, as autoridades, a imprensa, a sociedade etc., sem deixar a correção de lado.</p>
<p>Quero aproveitar a oportunidade do post para agradecer aos colegas do setor, da imprensa e aos clientes que entraram em contato para prestar solidariedade e também cumprimentar-nos pelo trabalho, que prossegue. </p>
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		<title>E quem ganhou o livro do Caio Tulio foi&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Jun 2009 17:41:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiane Loureiro</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Demoramos para encontrar uma ferramenta que ajudasse a escolher o ganhador do livro Ética, jornalismo e nova mídia - uma moral provisória, do Caio Túlio Costa.
Usamos o Random (dica do Luiz Yassuda). E o presente vai para&#8230;.. Ana Passos!
Ana, vamos falar com você pelo Twitter para pegar os seus dados e encaminhar o livro.

P.S - [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Demoramos para encontrar uma ferramenta que ajudasse a escolher o ganhador do livro <em><span><a href="http://www.zahar.com.br/catalogo_detalhe.asp?id=1271" target="_blank">Ética, jornalismo e nova mídia - uma moral provisória</a></span></em><span>, do Caio Túlio Costa.</span></p>
<p>Usamos o <a href="http://www.random.org" target="_blank">Random</a> (dica do <a href="http://yassuda.org/blog/" target="_blank">Luiz Yassuda</a>). E o presente vai para&#8230;.. Ana Passos!</p>
<p>Ana, vamos falar com você pelo Twitter para pegar os seus dados e encaminhar o livro.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.expressaodeideias.com.br/wp-content/uploads/2009/06/imagem1.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-191 aligncenter" title="imagem1" src="http://www.expressaodeideias.com.br/wp-content/uploads/2009/06/imagem1-300x207.png" alt="" width="300" height="207" /></a></p>
<p>P.S - Alguém conhece um bom site de sorteios online?</p>
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		<title>Petrobras: a polêmica do blog que não é blog</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Jun 2009 16:16:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiane Loureiro</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Tenho acompanhado a polêmica em torno do blog da Petrobras, principalmente por meio do grupo de discussões sobre RP Digital da Abracom. Após me manifestar no grupo e no Twitter, senti a necessidade de esclarecer melhor a minha opinião sobre o assunto. No lugar de texto corrido, vou postar bullets, na tentativa de ser mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho acompanhado a polêmica em torno do <a href="http://petrobrasfatosedados.wordpress.com" target="_blank">blog da Petrobras</a>, principalmente por meio do grupo de discussões sobre RP Digital da <a href="http://www.abracom.org.br" target="_blank">Abracom</a>. Após me manifestar no grupo e no Twitter, senti a necessidade de esclarecer melhor a minha opinião sobre o assunto. No lugar de texto corrido, vou postar bullets, na tentativa de ser mais objetiva e clara. Vamos lá:</p>
<ul>
<li>A idéia de usar mídias sociais para se comunicar com imprensa e opinião pública é excelente.</li>
<li>No entanto, acho que chamar de blog uma lista de comunicados e respostas formais é um erro.</li>
<li>Um blog deve ser interativo, opinativo, uma ferramenta de comunicação horizontal e transparente.</li>
<li>Não acredito que blogs sejam a melhor forma de se &#8220;defender&#8221; da imprensa ou facilitar o atendimento aos jornalistas, reduzindo o tempo gasto com cada solicitação ao publicar tudo num lugar só.</li>
<li>Cada veículo quer que sua reportagem seja única o máximo possível. Postar todas as respostas à imprensa acaba com o direito do jornalista à exclusividade e de sair à frente de sua concorrência.</li>
<li>Portanto, como jornalista, talvez também ficasse furiosa se as minhas fontes tornassem público todo o posicionamento da empresa antes mesmo que a reportagem fosse publicada.</li>
<li>Que fossem feitos esclarecimentos sobre as matérias, após um contato com o jornalista responsável e depois de terem sido publicadas no jornal, na revista, no rádio ou na TV.</li>
<li>Ao meu ver, o correto é continuar atendendo a imprensa. Continuar mantendo o bom relacionamento com os jornalistas, fornecendo-lhe informações um a um, concedendo entrevistas e tudo mais que se faz num trabalho de assessoria de imprensa.</li>
<li>Se ainda assim a empresa quiser levar à opinião pública todos os seus comunicados, então que se crie no site uma seção aberta para comentários, mas na qual se deixe claro que tudo aquilo é formal. Que tal um <a href="http://www.expressaodeideias.com.br/?s=social+media+press+release&amp;x=0&amp;y=0" target="_blank">social media press release</a>?</li>
<li>Comunicados, newsletters, press releases, etc. não são posts de blog &#8212; ou não deveriam ser.</li>
<li>Ok, a imprensa precisa se preparar para ser &#8220;furada&#8221; pela Internet, sim.</li>
<li>A imprensa precisa entender que informação não é mais poder e que, mais do que nunca, criatividade, relevância, conteúdo diferenciado, e reportagens de impacto são cruciais para a sobrevivência do jornalismo, especialmente o impresso.</li>
<li>Definitivamente dar a mesma manchete do online no jornal do dia seguinte é péssimo. Cada um vai ter que reaprender seu papel nas diferentes mídias que percorrem a imprensa.</li>
<li>Porém, uma empresa também tem obrigação de compreender as mídias sociais antes de abrir um blog.</li>
<li>Várias vezes me manifestei sobre a falta de preparo dos <a href="http://www.expressaodeideias.com.br/o-papel-das-relacoes-publicas-no-mundo-digital" target="_blank">profissionais de RP</a>, marketing, publicidade e até mesmo das tais chamadas agências de Web para utilizar estrategicamente a Internet no mundo corporativo.</li>
<li>Várias vezes também disse que o <a href="http://www.expressaodeideias.com.br/educacao-preparacao-e-mudanca-de-conceito" target="_blank">mundo corporativo</a> ainda não entendeu um bocado de coisas e que muitas empresas, várias, jamais deveriam ter um blog.</li>
<li>No caso da Petrobras, portanto, vejo dois problemas básicos: usar blog para postar comunicado e usar Internet aberta para atender os repórteres (sala de imprensa é outra história).</li>
<li>Com  relação aos jornalistas, a dificuldade é a mesma: <a href="http://www.expressaodeideias.com.br/campus-party-mostra-que-ainda-ha-muito-que-evoluir-na-web" target="_blank">saber o que fazer</a> daqui por diante com as mídias sociais.</li>
<li>Web não se resume a blog.</li>
<li>E tudo isso é uma lição para a Petrobras, o mercado, os profissionais de comunicação e a imprensa.</li>
</ul>
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		<title>Tempos de transformação: Caio Túlio visita a Edelman e discute comunicação e Internet</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Jun 2009 18:10:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiane Loureiro</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Na última sexta-feira a Edelman recebeu a visita do jornalista Caio Túlio Costa, que lançou este ano o livro “Ética, jornalismo e nova mídia - uma moral provisória”, pela Zahar (cliente nosso), e atualmente trabalha no projeto de plataforma multimídia da Oi. Sua experiência com novas mídias e, claro, os muitos anos de experiência em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: ">Na última sexta-feira a Edelman recebeu a visita do jornalista </span><span style="font-family: "><a href="http://caiotulio.com/" target="_blank">Caio Túlio Costa</a></span><span style="font-family: ">, que lançou este ano o livro “</span><em><span style="font-family: "><a href="http://www.zahar.com.br/catalogo_detalhe.asp?id=1271" target="_blank">Ética, jornalismo e nova mídia - uma moral provisória</a></span></em><span style="font-family: ">”, pela Zahar (cliente nosso), e atualmente trabalha no projeto de plataforma multimídia da Oi. Sua experiência com novas mídias e, claro, os muitos anos de experiência em comunicação despertaram nosso interesse em aprender um pouco mais com ele.</span></p>
<p>Caio trouxe muitos exemplos de como a Internet tem revolucionado a comunicação e do quanto ainda estamos longe de saber lidar com isso. Comentou sobre o fato de que a mídia tradicional tem simplesmente reproduzido sua produção offline em meios online, sem se dar conta do que de fato é ser interativo e sem criar distinção de conteúdo.</p>
<p>Muitas vezes a Web e o impresso trazem as mesmas notícias, gerando a tal “<span style="font-family: "><a href="http://pedrodoria.com.br/2009/05/19/a-crise-da-imprensa-vira/" target="_blank">crise</a></span><span style="font-family: ">” da imprensa, que pode ser resumida como uma ampla falta de entendimento sobre mídias sociais e suas possibilidades, além da dificuldade de quebrar conceitos e rever a forma como o jornalismo tem sido feito nos últimos 500 anos.</span></p>
<p>Ele falou ainda sobre a mesma mídia que elegeu e derrubou Collor, mas não teve o mesmo poder sobre Lula, que se manteve popular a despeito de todos os escândalos e conquistou a reeleição. Segundo Caio, essa é apenas mais uma demonstração do quanto a mídia não é mais capaz de influenciar como antes, o que de certa forma também comprova o fato de que as pessoas têm cada dia mais buscado em seus pares (ou seja, na Web) informações para tomar decisões importantes.</p>
<p>Um dos pontos mais interessantes da conversa foram os exemplos usados para ilustrar a rapidez com que ferramentas como o celular, blogs e Twitter mudaram momentos históricos. Contou sobre a passeata contra o <span style="font-family: "><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Atentados_de_11_de_mar%C3%A7o_de_2004_em_Madrid" target="_blank">atentado em Madrid</a></span><span style="font-family: ">, que foi organizada e mobilizada via SMS. Falou ainda sobre como os paulistanos organizaram via torpedo e messenger o toque de recolher durante o </span><span style="font-family: "><a href="http://mtv.uol.com.br/evocecomisso/blog/tr%C3%AAs-anos-dos-ataques-do-pcc-dois-dias-de-caos-170-mortes-insol%C3%BAveis-e-r-722-mil" target="_blank">levante do PCC</a> </span><span style="font-family: "> em São Paulo – toque este que não havia sido decretado pelas autoridades. Lembrou do caso do avião que caiu no rio </span><a href="http://www.editorsweblog.org/multimedia/2009/01/twitter_first_off_the_mark_with_hudson_p.php" target="_blank">Hudson, em Nova York</a><span style="font-family: ">, e foi primeiramente “noticiado” via </span><a href="http://twitpic.com/135xa" target="_blank">Twitter</a><span style="font-family: ">.</span></p>
<p>A força dessas ferramentas já é fato. Todos nós somos atingidos por elas, positiva ou negativamente. Governo, cidadãos, empresas, imprensa, consumidores, todos precisam se esforçar para entender essa revolução e seus novos papéis diante das mudanças. E para influenciar ainda mais corações e mentes, vamos <strong>sortear o livro do Caio Túlio</strong> entre os cinco primeiros que comentarem este post.</p>
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		<title>Censura na Wikipedia é necessária e cabe a nós ajudar a melhorar os critérios</title>
		<link>http://www.expressaodeideias.com.br/censura-na-wikipedia-e-necessaria-e-cabe-a-nos-ajudar-a-melhorar-os-criterios</link>
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		<pubDate>Wed, 22 Apr 2009 16:16:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiane Loureiro</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Pedro Dória criou polêmica no Twitter durante o feriado ao complementar um texto escrito por Juliano Spyer sobre a Wikipedia brasileira. Entendo a frustração de colocar um verbete e vê-lo apagado pelos censores. Mas do ponto de vista de quem trabalha para grandes corporações, num mercado que tem sido questionado e avaliado constantemente, sou totalmente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span><a href="http://pedrodoria.com.br/2009/04/21/os-censores-da-wikipedia-brasileira/" target="_blank">Pedro Dória</a> criou polêmica no <a href="http://twitter.com/pedrodoria" target="_blank">Twitter</a> durante o feriado ao complementar um texto escrito por <a href="http://307.to/Y6" target="_blank">Juliano Spyer </a>sobre a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/P%C3%A1gina_principal" target="_blank">Wikipedia</a> brasileira. Entendo a frustração de colocar um verbete e vê-lo apagado pelos censores. Mas do ponto de vista de quem trabalha para grandes corporações, num mercado que tem sido questionado e avaliado constantemente, sou totalmente a favor de certa “censura” neste caso. </span></p>
<p>Pedro e Juliano são conhecidos por suas posturas éticas, engajamento digital e interesse em divulgar aquilo que realmente faz diferença na Internet brasileira. Mas nem todo mundo joga limpo. Empresas vivem perguntando quanto custa falar delas na Wikipedia. São comuns clientes que querem apagar críticas ou até mesmo fatos negativos que fazem parte da historia de suas companhias. Sim, muitas agências vendem esse serviço.</p>
<p>Todos os anos a Edelman faz a pesquisa <a href="http://www.edelman.com/trust/2009/" target="_blank">Trust Barometer</a> em mais de 20 países. O estudo é conduzido com líderes de opinião e em 2009 mostrou que, no Brasil, 34% dos internautas acreditam naquilo que encontram em mecanismos de busca, 24% confiam no que leem na Wikipedia e 74% têm mais credibilidade naquilo que é dito por pessoas comuns.</p>
<p class="MsoNormal"><span>Ou seja, tanto faz a Wikipedia “gringa” ou a nossa. Vamos à Internet buscar referências, acreditamos em gente como a gente. E imagine se toda empresa, assessor de imprensa, marketeiro, político, publicitário, blogueiro, etc. resolver falar bem de si mesmo ou de seus clientes e editar aquilo que lhe convém.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>A Wikipedia americana pode ser considerada mais madura do que a nossa porque a Internet nos Estados Unidos está à nossa frente. Lá os internautas se esforçam porque é de interesse próprio que exista um portal com dados constantemente atualizados e que ajuda não apenas “estudantes preguiçosos”, como também milhares de pessoas que recorrem ao <a href="http://www.google.com.br">Google</a> e ao <a href="http://www.yahoo.com.br" target="_blank">Yahoo!</a> em busca de informações. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span>O que não quer dizer que verbetes não precisem ser apagados todos os dias. Alguns serão deletados injustamente. Toda regra sempre acaba marginalizando mesmo aqueles que prezam pelas melhores práticas. Vale conhecer quais são os critérios de cada Wikipedia, compreender as bases que levam os censores a aprovar ou apagar um post. Até mesmo estabelecer diálogo, argumentar para mudanças e melhorias, mas entender que, no final, isso acaba nos protegendo. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Para corrigir uma informação, o profissional de comunicação ou a empresa deve expor a situação nas páginas de discussão da Wikipedia e pedir a aprovação dos usuários para alterar o verbete. (Mas, me desculpe se a companhia foi condenada por fraude, fez um monte de recall, etc. Cuide da sua reputação daqui por diante, mas não queria usar esse fórum para apagar os erros e infortúneos do passado). </span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Outra forma é escrever um texto institucional, postá-lo no site ou no blog da empresa sob <a href="http://pt.wiktionary.org/wiki/Wikcion%C3%A1rio:GNU_Free_Documentation_License" target="_blank">Licença de Documentação Livre</a> (<em>free documentation license</em>) e submeter o link aos “wikipedianos” ou aos censores para que eles alterem o verbete de forma independente. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span>E cada um de nós, como autores “livres”, deve abusar de referências, dados, estatísticas, depoimentos, cases e tudo mais que comprove a veracidade do que estamos dizendo e justifique a relevância do texto. Assim estaremos contribuinto para uma Internet mais transparente e por um mercado de comunicação mais ético.</span></p>
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