Publicado em: 30/01/2009 Autor: Ronald Mincheff
Seguindo com a reputação empresarial, o que o brasileiro valoriza nas empresas? A edição de 2009 do Estudo de Confiança, da Edelman, aponta:
Assim como o Brasil, Canadá e boa parte dos países europeus, como Reino Unido, Alemanha, França, Suécia, também priorizaram o tratamento aos funcionários.
E a percepção está diretamente associada à ação! Ao acreditar em uma companhia, os brasileiros tendem a comprar seus produtos e serviços (88%) e recomendar produtos e serviços para outras pessoas (82%) – o que também foi observado na pesquisa do ano passado. Contudo, se não acreditam na companhia, deixam de comprar os produtos e serviços (76%) e falam mal para outras pessoas (67%).
No mundo, é interessante notar que a onda de estatização de reconhecidas instituições do mercado é acompanhada, segundo o Estudo de Confiança, do consentimento do público para aumentar a regulamentação e participação das instituições públicas no mercado. Segundo os números gerais, 75% dos pesquisados acreditam que o governo deve intervir para regular um setor específico ou nacionalizar uma companhia para restaurar confiança do mercado. Nos Estados Unidos, apenas 49% da população concorda que o mercado livre deveria agir de forma independente. Isso nos leva a interpretar que a baixa confiança eleva a pressão por maior regulamentação, ou seja, mudança gera mais mudança.
Categorias: Comunicação, Edelman, Imprensa, Negócios.
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[...] também notar que muita gente prefere que o governo seja a grande mão que controla o mundo. Talvez seja reflexo da crise econômica as pessoas preferirem um mercado mais regulamentado. [...]
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